quarta-feira, 27 de março de 2019

Calça de Látex para Hidroterapia e Incontinência

Calça de Látex para Hidroterapia e Incontinência “Látex Short” é um produto exclusivo da CARCI, desenvolvida especialmente para o uso em piscinas por portadores de incontinência urinária, oferecendo conforto e segurança ao usuário.

Cuidados:
  • Não passar.
  • Não secar em varal.
  • Não expor ao Sol.
  • Lavar em água corrente após a utilização.
  • Após secar colocar talco para conservação.
  • O produto poderá causar reações alérgicas em pessoas sensíveis ao látex de borracha natural.
  • Não deverá ser utilizado diretamente sobre a pele e por longos períodos.
  • Objetos pontiagudos ou unhas longas podem danificar o produto.

Garantia :
3 MESES


Mais informações em nosso site, clique aqui.

Dieta, exercícios, suplementos: como prevenir a osteoartrite

Doença atinge 85% da população acima de 75 anos. Conheça os principais aliados no combate ao desgaste das articulações.

Por muito tempo, o Brasil foi considerado uma nação de jovens.
Os levantamentos demográficos mais recentes, no entanto, demonstram que estamos nos tornando um país mais velho: de acordo com pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, o número de idosos aumentou 18% nos últimos cinco anos.
Em 2017, o total de brasileiros acima de 60 anos superou a marca de 30 milhões. Com o aumento da faixa etária nacional, mudam também as necessidades e os cuidados com a saúde.
A artrose, nome popular da osteoartrite, é uma das causas mais comuns de perda de qualidade de vida e autonomia na terceira idade. Caracterizada por um desgaste das articulações que revestem os ossos, pode ocorrer em qualquer lugar do corpo – em especial, joelho, quadril, costas e mãos.
Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), a doença é responsável por 7,5% de todos os afastamentos de trabalho. Por ser uma condição que se intensifica ao longo dos anos, ela é mais frequente a partir dos 60 anos. Ainda segundo a SBR, 85% das pessoas acima dos 75 anos têm evidência radiológica ou clínica de osteoartrite.
O dano no tecido provoca um processo inflamatório local – a artrite – e dores intensas e dificuldade de locomoção, além de deformidades, rigidez e inchaço. “O principal problema é que a cartilagem que forma a articulação é um tecido que não se regenera”, explica Samir Daher, ortopedista diretor do Serviço de Medicina do Esporte do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE), em São Paulo.
De olho na tendência de envelhecimento da população e buscando manter a qualidade de vida dos pacientes, o objetivo dos médicos é centrado na prevenção da osteoartrite.
A principal providência é identificar fatores de risco, além do avançar da idade, que possam ser corrigidos. Entram na lista excesso de peso, uso de alguns medicamentos como corticoides, drogas, cigarro, álcool, esportes de alto impacto e doenças autoimunes como a artrite reumatoide.

A força da atividade física

O hábito de se exercitar é um dos grandes aliados para prolongar a vida útil das articulações. “A prática de exercícios fortalece os músculos, que ajudam a absorver o impacto, além de aumentar a irrigação de substâncias benéficas para a articulação”, comenta Daher.
Mesmo quando a artrose se instalou, se movimentar tem poder anti-inflamatório e ajuda a reduzir a dor.
Se a articulação está desgastada ao ponto de exigir uma abordagem cirúrgica, quem é ativo também leva vantagem. “Observamos em estudos que, mesmo quando há indicação de prótese, entre 40% e 45% dos pacientes têm alívio dos sintomas e adiam a cirurgia ao adotar um programa de exercícios”, destaca Daher. “E quase 100% referem melhora da qualidade de vida, por voltar a realizar atividades que faziam antes da dor e se socializar mais”, completa.
Muitos pacientes deixam de se mexer por conta dos efeitos da artrose, e o sedentarismo causa uma perda ainda maior da movimentação, além de aumento da rigidez e da dor, que podem acelerar a progressão da doença.
Para que o exercício funcione, o ideal é evoluir aos poucos, com atividades de baixa intensidade e estabelecendo metas pequenas, sempre com a orientação do profissional de saúde.

Suplementos como aliados

A maior parte dos suplementos indicados para tratamento e prevenção da artrose é feita à base de colágenos, moléculas que compõem a cartilagem das articulações.
Sua utilização, embora não seja capaz de regenerar a cartilagem, pode auxiliar na preservação do tecido. “Os estudos mostram que a eficácia é maior no início do processo de desgaste”, pondera Daher.
Entre eles se destaca o colágeno hidrolisado tipo 2, o UC-II. “Ele responde por até 90% da formação da cartilagem, e hoje a indústria consegue produzi-lo de maneira natural a partir do osso do frango”, comenta o médico.
Um estudo publicado no periódico Nutrition Journal, feito pela Universidade da Califórnia em Davis, mostrou que, após 180 dias de uso desse colágeno, voluntários com artrose no joelho ganharam mais mobilidade e tiveram diminuição da dor que sentiam.
Por ser de origem natural, seu uso é seguro e oferece poucos efeitos colaterais. Mas, para potencializar o efeito, o ideal é combiná-lo com uma dieta equilibrada e a prática de exercícios físicos.
Atualmente, é possível encontrar suplementos que podem ser tomados apenas uma vez ao dia, por meio de minicápsulas.
“Um fator de prevenção ajuda o outro e, com o conjunto, muitas vezes conseguimos estabilizar a dor, e o indivíduo vive mais tempo sem crise”, destaca Daher, que também reforça a importância de avaliar caso a caso, pois nem todos se beneficiarão do suplemento. “Só o médico conseguirá identificar as causas da dor, definir o estágio da artrose e qual é o melhor tratamento”, encerra.

FONTE: EXAME

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Como escolher a melhor cadeira de banho

A queda é o acidente doméstico mais frequente e perigoso para os idosos. Com o avançar da idade, as estruturas óssea e muscular, bem como as articulações, ficam debilitadas e levam muito mais tempo para se recuperarem.

Além de garantir mais conforto, as cadeiras e banquetas na hora do banho também ajudam na segurança do idoso e facilitam o trabalho do cuidador/familiar. 

 Com tantos modelos e tamanhos que há no mercado, escolher qual é o ideal não é uma tarefa fácil, por isso listamos abaixo os modelos e características que irão facilitar a sua escolha:

Cadeira para Higienização (Prestige)


Com um preço acessível e sua abertura frontal que facilita a 
higienização intima, este modelo da Prestige é uma ótima opção. Seu assento almofado e antiderrapante garante maior conforto e segurança na hora do banho. Conta também com encosto em polietileno de alta densidade, ponteira antiderrapante, confeccionada em alumínio e regulagem de altura em 7 posições.
Capacidade de Peso: 110kgs - Mais informações


Cadeira para Higienização NEW Inspire – Mobil


Recipiente coletor, freio nas rodas traseiras e o fato de ser totalmente dobrável, o que é ideal para ambientes menores, fazem da cadeira de higienização New Inspire uma das melhores opções do mercado. Além de contar com dispositivo antiderrapante nas rodas, ser confeccionada em alumínio e ter assento e tampa em polietileno de alta densidade.

Capacidade de Peso: 90kgs - Mais informações 


Banqueta para Banho com Encosto Bariátrica - Mobil

Uma ótima opção pela capacidade de peso e qualidade Mobil. Ainda conta com assento e ponteira antiderrapante, confecção em alumínio, regulagem de altura e encosto e assento em polietileno de alta densidade.

Capacidade de Peso: 220kgs - Mais informações


Para mais informações, modelos e preços, visite o nosso site: www.mundogeriatrico.com.br



quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Feliz Dia da Melhor Idade

O Dia Internacional do Idoso é comemorado anualmente a 1 de outubro. Este dia foi instituído em 1991 pela (ONU) Organização das Nações Unidas e tem como objetivo sensibilizar a sociedade para as questões do envelhecimento e da necessidade de proteger e cuidar a população mais idosa.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Só 30% do envelhecimento é genético; 70% são hábitos de vida

O corpo se desgasta por dois motivos, um deles é genético. O outro são os fatores externos como estresse, álcool, tabaco e sol. 

 

“Me diga como você anda e eu te digo quanto tempo você vai viver”.

Você sabia que o jeito que a gente caminha está relacionado com um dos sinais de vitalidade? O Bem Estar desta sexta-feira (18) fala sobre o assunto e a diretora da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Maisa Kairalla, explica quais são os outros.

Só 30% do envelhecimento tem a ver com a genética, os outros 70% estão relacionados com os nossos hábitos de vida. O médico do esporte Gustavo Magliocca dá as dicas. 

O envelhecimento e a marcha
 A velocidade da marcha é um dos cinco sinais para avaliar a condição do idoso no futuro. Os outros sinais são: a frequência do pulso, a frequência respiratória, a temperatura e a pressão arterial. O envelhecimento é caracterizado por um declínio do organismo, que pode ocasionar redução de força, perda de mobilidade articular e sensoriais, que prejudicam a capacidade coordenativa. Estas situações aliadas ao sedentarismo, geralmente diminuem a mobilidade geral com alteração no equilíbrio e na marcha.

O processo de envelhecimento está associado a modificações no padrão da marcha e no equilíbrio e a diminuição dela tem relação com a diminuição da expectativa de vida.

O envelhecimento começa aos 28 anos. O corpo se desgasta por dois motivos, um deles é a limitação biológica e genética, o outro são os fatores externos como o estresse, o álcool, o tabaco e o sol. Apenas 30% do envelhecimento é genético, os outros 70% são os hábitos de vida.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

A tecnologia pode curar doenças, mas, prevenir, cabe a nós.

Desenvolvido pelo Hospital A.C.Carmargo, o livro de receitas “Oficina de Culinária” mostra que é possível prevenir doenças com uma alimentação saudável. São mais de 240 sugestões elaboradas pelo Serviço de Nutrição e Dietética da instituição.



Você já parou para pensar quantos livros e sites de receitas existem hoje em dia? Como curiosidade, pesquisei a palavra “receitas” no Google antes de começar a redigir este artigo. O site de buscas encontrou... acredite... meros 117 milhões de resultados – quando a busca foi realizada em inglês, foram encontrados 903 milhões de sites.

Oficina de culinária saudável

Mas, se você está buscando por receitas que fazem bem à saúde – e ainda possam ajudar a prevenir doenças, o livro de receitas “Oficina de Culinária” pode satisfazer a sua busca.

Desenvolvido pelo Hospital A.C.Carmargo, em São Paulo, “Oficina de Culinária” traz receitas especiais para prevenir o câncer, controle de diabetes, hipertensão, intolerância ao glúten e à lactose, entre outros.

Por meio da união dos preceitos nutricionais e das técnicas gastronômicas, o Serviço de Nutrição e Dietética do A.C.Camargo Cancer Center busca conscientizar, de forma criativa, sobre a importância da alimentação para a saúde das pessoas.

O livro, com mais de 240 receitas apresentadas em suas 307 páginas, tem por objetivo resgatar o prazer da alimentação e proporcionar a cada participante uma experiência diferente ao tocar, sentir o aroma e degustar receitas elaboradas.

As receitas dispostas nesse livro dão dicas de como aproveitar o máximo de cada alimento.

Baixe o livro gratuitamente:

Para baixar o livro “Oficina de Culinária” em seu computador gratuitamente, clique aqui, e bom apetite!

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Financiado pelo Google, protótipo evita queda de idosos

Quedas em idosos são consideradas um problema de saúde pública devido à gravidade das lesões que podem gerar.

 

Uma pesquisa feita em parceria entre o Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP) e o Departamento de Gerontologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) levará ao desenvolvimento de um produto para auxiliar idosos a evitar quedas.

O projeto foi premiado no fim de agosto com uma bolsa de estudos financiada pelo Google, com duração de um ano. Quedas em idosos são consideradas um problema de saúde pública devido à gravidade das lesões que podem gerar.

Há vários métodos para auxiliar cuidadores e médicos a prevenir esses acontecimentos, mas eles costumam limitar a liberdade dos idosos.

O novo projeto tenta resolver essa questão de outra perspectiva. Com a utilização de um acelerômetro – pequeno aparelho que mede a alteração de velocidade durante um percurso –, a pesquisa pretende detectar tendências que podem levar idosos saudáveis a quedas em um futuro próximo. Como o acelerômetro é pequeno, pode ser convertido em um produto dedicado para esse fim, como uma pulseira.

A pesquisa foi realizada pela aluna de mestrado de Gerontologia da UFSCar Patrícia Bet, com orientação do professor Moacir Ponti, do ICMC, e também conta com o apoio da professora Paula Costa Castro, da UFSCar.

O trabalho de Bet é uma extensão de sua iniciação científica com Bolsa da FAPESP.
Segundo o ICMC, um dos diferenciais da pesquisa em relação a soluções comerciais existentes é que essas detectam a queda depois que ela aconteceu, ou no momento em que ela acontece. No novo modelo, consegue-se identificar se a pessoa tem um histórico de quedas recente, o que pode permitir detectar se a pessoa cairá no futuro.
O projeto da USP e da UFSCar realizou diversos testes e estabeleceu uma amostra de 74 idosos sem histórico de quedas nos últimos seis meses.

A avaliação consistiu em um questionário sociodemográfico e outro de rastreio cognitivo, que analisa diversos domínios: atenção, memória, orientação, capacidade de nomeação, de obediência a um comando verbal/escrito, de redação livre de uma sentença e de cópia de um desenho complexo.

Com a etapa de teste concluída, os pesquisadores precisam de tempo para acompanhar os voluntários e analisar os resultados. “Vamos ligar de três em três meses para saber se os idosos caíram e, no final, vamos saber quem caiu em cada período desse tempo. Supondo que uma parte dos participantes venha a cair, nós vamos comparar os dados deles com os dos que não caíram”, disse Ponti.

O resultado final, segundo os pesquisadores, deverá estabelecer padrões de alerta, para que cuidadores e médicos tomem as medidas necessárias que evitem uma queda.
A próxima meta do projeto é desenvolver um produto que colete os dados a todo o tempo e possa ser utilizado no dia a dia, por qualquer idoso.